Como vim parar aqui

Seja bem-vindo ao Canto do Gárgula.

Vocês já conhecem o Daniel Gárgula. Se não conhecem, ele é esse aqui.

E este é o meu post inicial, em que tento descrever um pouco do que eu imagino que esse blog será.

De minha parte, ofereço esse blog a vocês que, como nós dois, têm alguma atração pelo medo, pelo sobrenatural, pelo terror e pelo horror.

Nós sentimos prazer na experiência do gênero, seja na literatura, no cinema, nas artes plásticas ou na música.

O porquê disso é um tema para algum post mais adiante, pois o assunto muito me interessa.

Mas o importante agora é contar que nós – eu e o Gárgula – desejamos compartilhar esse prazer por literatura, por música (jazz e blues, de preferência), por jogos (boardgames e RPG) e por arte em geral, envolvendo os gêneros do terror, do horror e do suspense.

E foi por essas aproximações da vida – e por outras tantas mais – que fui convidado por ele a essa tarefa, a qual eu muito animadamente aceitei.

Nós dividiremos nossas ideias e experiências através de resenhas, de indicações de livros, filmes e séries, de entrevistas, de compartilhamentos de páginas e de fotografias, imagens ou vídeos que achamos interessantes e de muito bate papo.

A proposta é frutífera e torço para que esse blog junte pessoas interessadas no estilo, desejosas de compartilhar as suas experiências e encontrem aqui informações úteis. Torço para que encontremos interlocutores aqui. Esse blog será mais bem sucedido se tiver interlocutores, em vez de leitores.

Penso que a ideia de “canto” traduz bem essa proposta.

Canto, em uma primeira concepção, é um locus real. Um lugar físico. É uma referência livre ao palco e à tela. É onde cada um fica à vontade: “o meu canto”. Onde você pode se sentir em casa.

Portanto, cabe a você também compartilhar conosco o que gosta, quais livros leu, quais jogos jogou, quais séries curte… E também estamos à disposição para atender os seus pedidos – dentro das nossas habilidades e capacidades. Portanto, participe. Será interessante ter o seu retorno do nosso esforço.

Canto também é música. A voz que fala e é melódica. Uma arte sem locus, que se sente no peito, em pura emoção. A arte da máxima expressão do humano.

Aqui é onde vamos compartilhar essa sensação. E queremos também saber o que te dá medo. O que, em um livro, em um filme ou em uma série, te dá medo. E por quê? E como a música participa disso?

E por fim, canto é uma forma de estruturação e de divisão da poesia épica. Refere-se, portanto, ao texto como um lugar criado, que existe para dentro do papel e das palavras. Um lugar imaginário, onde se passa a história contada. Histórias que queremos ler, comentar e compartilhar, mas que também queremos que sejam compartilhadas conosco.

Nosso blog é uma via de mão dupla. Participe.

E bom susto a todos.

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