La Dame Chevalier, A. Z. Cordenonsi

Um novo título da saga Le Chevalier

Próximo ao final o ano de 2019 a AVEC Editora anunciou o lançamento de La Dame Chevalier e a Mesa Perdida de Salomão, de A. Z. Cordenonsi, gerando um barulho dentre os fãs de Le Chevalier e sua série. Na capa temos a arte de Gabriel Fonseca.

La Dame Chevalier e a Mesa Perdida de Salomão - A Z Cordenonsi - AVEC Editora - Canto do Gárgula
La Dame Chevalier e a Mesa Perdida de Salomão – A Z Cordenonsi – AVEC Editora

Mas o impacto da novidade estava no fato de que agora não seria um homem a vestir o manto de espião do Império, mas sim uma mulher. La Dame Chevalier é a nova espiã da Rainha e na imagem da capa, sua ajudante seria também uma jovem. Além disso, a história se passava em 1927, ou seja, no futuro da série! Muitas mudanças estavam vindo!

Li em apenas dois dias e, se somar apenas as horas, não foram mais que três. Realmente uma história muito legal que te prende facilmente. O texto de Cordenonsi é muito ágil e bom de ler, fato que permite essa velocidade. Some a isso personagens embasados e bem criados para termos uma fórmula sensacional.

A resenha

Agora estamos em um mundo pós Primeira Guerra ou Grande Guerra apenas (ninguém imaginava que existiria uma segunda guerra nos vinte anos seguintes). O mundo mudou e isso é mostrado também no mundo de Le Chevalier. Como sempre, a riqueza de detalhes históricos são uma beleza a parte na obra.

Entretanto, dessa vez somos jogados de forma bem direta aos fatos da história pessoal de La Dame Chevalier. O assassinato de seus pais ocorrido vinte e cinco anos atrás está de alguma forma ligado ao assassinato de um soldado e, de quebra, ao destino de um artefato lendário: a Mesa de Salomão!

La Dame Chevalier e a Mesa Perdida de Salomão - A Z Cordenonsi - AVEC Editora - Canto do Gárgula
La Dame Chevalier e a Mesa Perdida de Salomão – A Z Cordenonsi – AVEC Editora

O cenário construído nos leva ao deserto, onde o Império e os Berberes estão em guerra. Em meio à busca por respostas de seu passado trágico, ela se depara com aliados inesperados. Não só a espiã, como sua ajudante e um peculiar guia trilham inúmeros caminhos pelo deserto. Muita intriga e novas tecnologia somam-se à trama.

Diferente dos demais volumes da série temos uma aventura a lá Indiana Jones. A apresentação do personagem e suas motivações, assim como de seus coadjuvantes, envolvem e embasam a história. Achei excelente exatamente por estamos em um tempo novo, num mundo diferente e moderno, com pessoas que vivem esses novos ares. A atmosfera vitoriana dá espaço às modernidades tecnológicas de Santos Dumont, sem perder sua característica punk (talvez agora migrando para um dieselpunk?).

Conclusões finais

Diversão certa que deixa ao final o gostinho de quero mais. Não duvido que teremos outras aventuras da espiã vindo por aí, pois o futuro do manto está nas mãos de uma mulher sensacional.

Uma mudança excelente e muito bem vinda, que só agrega informações, personagens e fatos históricos em um mundo que há algum tempo ganhou vida! Como fã da história, já estou aqui imaginando o que mais já deve estar fervilhando na mente de Cordenonsi.

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