Nova coluna: Canto do King – Larissa Prado comenta Stephen King

Coluna Canto do King - Larissa Prado - Canto do Gárgula
Coluna Canto do King – Larissa Prado

Uma amizade que surgiu do Balé das Aves Mortas

Em 2019, conheci o Daniel Gárgula e o trabalho realizado aqui no blog. Ele conheceu o meu trabalho como escritora através de um conto publicado na Amazon intitulado Blue Blues. Leu em seguida o que se tornaria um dos meus principais trabalhos O Balé das Aves mortas (leia a resenha dele aqui) e levou essa história até a Skript Editora que publicou uma edição impressa ilustrada.

O Balé das Aves Mortas – Larissa Prado – Skript Editora

Desde então nos tornamos amigos. Acompanho e sou uma apoiadora do trabalho realizado nesse espaço que incentiva os trabalhos de artistas nacionais e leva ao público o que há de melhor no mundo independente de terror (e outros gêneros).

De meu fascínio por King surge a ideia da Coluna Canto do King

Nesse tempo, entre uma conversa e outra, Gárgula me convidou para fazer parte do blog com uma coluna sobre as obras de Stephen King. E por que justo sobre Stephen King?

Stephen King - Escritor - Canto do Gárgula
Stephen King – Escritor

Conheci o terror na literatura através de Edgar Allan Poe, mas foi Stephen King quem me encorajou a produzir ficção do gênero através do seu livro Sobre a escrita. Porém, o meu primeiro contato com King foi com a leitura de Carrie, a estranha e isso, sem dúvida, mudou a minha vida como leitora – e como escritora.

Os meus primeiros contos tinham fortes traços da influência kingniana, o que me ajudou muito a encontrar meu próprio terreno na escrita. Os meus livros atuais, O uivo do lobo e Sirius, são, talvez, os mais fortes exemplos da herança kingniana na qual eu me encontrei como escritora de ficção de terror há cerca de quatro anos. Ambos já foram resenhados aqui no blog, leia as resenhas aqui e aqui, respectivamente.

Grande parte dos escritores contemporâneos são herdeiros do legado que King está deixando para a literatura de terror. Arrisco dizer que ele é o autor responsável por incentivar boa parte daqueles que estão iniciando sua trajetória no mundo da escrita no terror atualmente. Além do meu gosto pessoal pelas obras do King, é inegável a sua importância para a história da literatura.

Um pouco do que vamos falar aqui

Stephen King é hoje um dos escritores mais prolíficos da contemporaneidade com 59 romances publicados, 6 livros não-ficcionais e em torno de 200 contos publicados em coletâneas. De toda sua vasta obra, consegui ler até hoje 38 livros no total, entre romances, coletâneas e não-ficção.

Para o mês de maio teremos três análises comparadas e uma análise de Carrie, a estranha:

Sendo assim, o intuito da coluna é analisar as obras de King de forma tal que possa instigar aqueles que ainda não o conhecem a procurar conhecerem. E os que já o admiram, possam trocar impressões conosco.

Nos vemos por aqui às segundas-feiras na Coluna Canto do King. Deixe seus comentários e vamos conversar mais sobre esse mundo tão vasto e rico criado por Stephen King!

Até a próxima segunda!

P.S.: O Gárgula já resenhou o livro O Iluminado, então clique aqui para ler a resenha.

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